Um capacete integral deve ter um formato ligeiramente diferente. A barra do queixo se estenderá um pouco mais para baixo, a porta dos olhos ficará inclinada para fora e haverá mais dutos de ar frontais. Esses capacetes de turismo e casuais também focam no conforto e no isolamento acústico. Às vezes, eles vêm com complementos que fariam um técnico se molhar: MP3, Bluetooth, comunicações entre pilotos, etc.
O problema com rostos inteiros é a ventilação. Se você estiver com a viseira fechada – e quem levou uma vespa no olho a 100 km/h terá a viseira fechada – o capacete é basicamente uma bolha selada.
Portanto, você deve procurar algo que seja bem ventilado para evitar que seu cabelo entre em combustão espontânea. O acolchoamento absorvente de umidade, removível e lavável à máquina também é uma vantagem, porque ninguém gosta de colocar a cabeça em um balde fedorento. É claro que, no Canadá, o calor da cobertura total do rosto costuma ser uma coisa boa.
Com capacetes integrais, há também toda a questão da viseira a considerar. Dependendo da quantidade de sol que você vê, a classificação de proteção UV pode ser importante. Você também deve prestar atenção às cores das lentes – elas servem mais do que apenas parecer legais!
Se você andar principalmente em condições de muita luz, uma lente espelhada ou de cor escura protegerá do brilho. E se você vive sob uma cobertura perpétua de nuvens – como algumas montanhas-russas do oeste e do leste – uma lente rosa ou amarela ajudará a melhorar a definição. Lentes transparentes são perfeitas para quem pratica passeios noturnos, enquanto lentes pretas devem ser usadas com cautela.